Meus Pais Morreram de IAM...

Meus pais morreram de IAM (Infarto Agudo do Miocárdio). É isso que vai acontecer comigo?



Sendo os aspectos genéticos um dos principais mecanismos para a formação e a progressão da aterosclerose coronariana, o histórico familiar de doença cardíaca isquêmica (o mesmo que doença arterial coronariana) é sim um fator de risco importante para o Infarto Agudo do Miocárdio e para a Morte de origem cardíaca.


Para ser considerado um fator de risco fundamental, o histórico familiar precisa ser de primeiro grau (pai, mãe, irmãos ou filhos) e o evento cardíaco deve acontecer precocemente: antes dos 55 anos de idade se o parente for homem, e antes dos 65 anos de idade se for mulher.


O evento precisa ser claramente um IAM, morte súbita, ou um procedimento

de revascularização (angioplastia + stent ou cirurgia de revascularização miocárdica - "ponte de safena").



No entanto, é importante lembrar que, como existem outros fatores fundamentais para a ocorrência de infarto agudo do miocárdio (tais como hipertensão, diabetes, dislipidemia e tabagismo, por exemplo), não é uma regra absoluta que filhos de pais infartados vão seguir o mesmo caminho. Eles apenas tem uma maior probabilidade de gerar a doença.

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